sexta-feira, 7 de maio de 2010

Curando traumas infantis

Nota: o vídeo a seguir está dividido em duas partes, assim que a primeira parte terminar aguarde alguns instantes que a segunda parte iniciará automaticamente.


Também disponível em MP3.

Programa de 29/Abril/2010. Neste vídeo Padre Fábio de Melo atende a uma pessoa que mesmo sendo de idade avançada, ainda luta contra seus traumas infantis. Padre Fábio ajuda esta pessoa dizendo que a melhor forma de superarmos nossos traumas infantis é refletindo sobre a origem de nossos traumas, e buscando compreender os motivos para sua existência. Isto nos permitirá aos poucos desfazer as influências que tais situações têm sobre nossas vidas. Também é importante rezar pela criança que ainda existe dentro de nós.

4 comentários:

weruhska disse...

Assiste esse programa e me emocionei demais, pois quando descobrir que o Padre Fábio tb tem medo de mortos e superou ou está superando, aprendi que todos temos medos e devemos enfrentá-los para que ele nao fique maior do que nós, mas o padre deveria falar um pouco mais como foi que fez ou faz para superar esse medo em especial.

Marina guerreira disse...

Marina

Adorei esse programa em especial a reportagem curando traumas infantis e me indenfifiquei bastante,parabens pelo programa, consegui me curar por conta de tudo que disse no programa.

Marina guerreira disse...

Pader gostaria que numa oportunidade vc falasse sobre o meu problema, tenho 23 anos e moro sozinha fui abandonada pela minha mãe e fui criada pela minha madrasta sofri muuuito e hoje eu só consigo ser "feliz" morando sozinha tenho medo de ficar assim pra sempre , não consigo amar ninguém do sexo oposto nunca tive sorte com homens, e acabo sempre me envolvendo com homens casados, me ajude eu quero amar de novo.

Baba Yaga disse...

É fascinante como o Padre Fabio nos direciona espiritualmente com um discurso racional e lógico. Muitas atitudes que tenho hoje ainda são reflexos infantis. Mesmo que inconscientemente. Estou tentando curar isso orando pela Rosinha que eu era. Explicando para ela que não adianta chorar para conseguir resolver os problemas. Que preciso ser forte e adulta. A Rosinha lá de tráz resolvia assim porque seus pais a "protegiam" demais. Hoje, o mundo é outro. Precisamos resolver com serenidade e sabedoria.